sexta-feira, 13 de junho de 2008

Tema de DDS : Uso de ar comprimido

O Ar comprimido é muito utilizado nas indústrias e pode ser considerado tão importante como a energia elétrica ou a matéria-prima. Entretanto por estarem comprimidos, o ar e outros gases de uso industrial, requerem manipulação delicada e precauções especiais para seu uso. Se for mal empregado ou estiver fora de controle ou com seus acessórios como: Conexões, manômetros, maçaricos, mangueiras, chave de conexão, não esquecendo da válvula corta-chamas, mantendo o conjunto durante ou após uso, fixado para que não venha a sofrer quedas.

Como é de conhecimento da maioria dos que atuam na área de Segurança e Saúde do Trabalhador, o ar comprimido, muitas vezes é usado de forma inadequada, ou seja, a pratica de atos inseguros por parte de alguns funcionários, comum em áreas de muita poeira, funcionários utilizam o ar comprimido para limpar a roupa, como também nas épocas quentes, para se refrescarem. Atos desta natureza poderão acarretar sérias conseqüências àqueles que, pôr desconhecimento ou ignorar os preceitos de Segurança venha a cometer estas imprudências.

A fim de complementar a conscientização dos trabalhadores, deve-se fazer uma explanação sobre os riscos que podem decorrer do mau uso do ar comprimido, para que estes fiquem cientes dos danos que poderão sofrer, caso utilizem inadequadamente o ar comprimido.

Não se deve utilizar o ar comprimido para limpeza de roupas ou cabelos, pois um jato de ar suficientemente forte de uma mangueira poderá arrancar um olho de sua órbita, romper um tímpano ou causar hemorragia, como pode também penetrar pôr um corte ou escoriações na pele e insuflar a carne, causando dor intensa ou uma lesão mais grave. Se o ar chegar a penetrar em vaso sangüíneo, pode produzir bolhas de ar que irá interromper a circulação do sangue dentro dos vasos sangüíneo. Esta lesão denomina-se embolia pôr ar.

O jato de ar comprimido mesmo com pressões baixas, pode arremessar partículas de metais ou outros materiais sólidos a velocidades tão altas, que se convertem em perigo para os olhos e o rosto.

O ar comprimido contém muitas impurezas, tais como: partículas de óleo, graxas e outras partículas pequenas. Um jato de ar comprimido sobre a pele introduz estas impurezas através dos poros, podendo causar sérias doenças de pele.
Todos nós devemos estar conscientes dos riscos e cuidados a serem tomados nos trabalhos com ar comprimido.
Fonte: Grupo SESMT

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Termos de Definições de Segurança do Trabalho

Veremos agora alguns termos e definições conhecidas em nosso dia a dia de trabalho tais como: “ato inseguro, condição insegura, SSO, SST, acidente do trabalho, incidente, PPRA, PCMSO etc.”.

Ato inseguro: praticado pelo homem, em geral consciente do que está fazendo, que está contra as normas de segurança. Ex. Ligar tomadas de aparelhos elétricos com mãos molhadas, não prender o cinto de segurança quando em trabalho em altura, não usar os EPI...

Condição insegura: É a condição do ambiente de trabalho que oferece perigo e ou risco ao trabalhador. Ex. Instalação elétrica com fios desencapados, falta de guarda corpo em uma plataforma, falta de proteção em partes móveis dos equipamentos rotativos...

SSO: Segurança e Saúde Ocupacional

SST: Segurança e Saúdo no Trabalho

SESMT: Segurança Saúde e Medicina do Trabalho

CIPA: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

SIPAT: Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho

Acidente do Trabalho: é aquele que acontece no exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional podendo causar morte, perda ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

Incidente: Evento que deu origem a um acidente ou que tinha potencial de levar a um acidente.

PPRA: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

PCMSO: Programa de Controle de Medicina e Saúde Ocupacional

Brigada de incêndio 2

Hoje falaremos sobre agentes extintores, aparelhos extintores e para que servem este aparelhos.

AGENTES EXTINTORES

É tudo aquilo que se usa para combater um incêndio, os mais comuns são:

Água
Pó Químico Seco
Gás Carbônico

Ainda podemos contar com os agentes extintores improvisados, tais como, terra, areia, cobertor, tampa de panela e etc.

APARELHOS EXTINTORES


São vasilhames fabricados com dispositivos que possibilitam a aplicação do agente extintor no fogo. Normalmente, recebem o nome do agente extintor que transportam, como por exemplo, Aparelho Extintor de Pó Químico Seco ( PQS ).

São utilizados para o combate à princípios de incêndios por conterem uma quantidade reduzida de agente extintor, o que facilita seu transporte ( Extintores Portáteis ).
Os mais comuns são:
Aparelho Extintor de Água Pressurizada ( AP ), utilizado para combater princípios de incêndios da Classe A;

Aparelho Extintor de Pó Químico Seco (PQS ), utilizado para combater princípios de incêndios das Classes B e C;

Aparelho Extintor de Gás Carbônico ( Co2), utilizado para combater princípios de incêndios das Classes B e C.

Aparelhos Extintores Sobre Rodas ( Carretas ), são aparelhos de grande volume de agente extintor, e devido a esse fator são montados sobre rodas para facilitar o transporte. Possuem os mesmos agentes extintores que os portáteis.

Brigada de incêndio 1

A partir desta postagem vamos publicar passo a passo o que um brigadista deve conhecer. Para iniciar vamos ver os métodos de extinção de um incêndio.

RESFRIAMENTO → consiste em roubar calor do material incendiado, é o método mais usado, para isso podemos usar água.

ABAFAMENTO → consiste em roubar o oxigênio do local do incêndio, para isso podemos usar gás carbônico, vapor de água e etc.

RETIRADA DO COMBUSTÍVEL → consiste na retirada do material combustível que está queimando ou do material que ainda não está queimando e poderá servir de campo de propagação do fogo, para isso podemos utilizar os meios de aceiros, fechamento de válvulas ou registros e etc.

EXTINÇÃO QUÍMICA → é o método que bloqueia a reação em cadeia, não permitindo a manutenção do calor.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Guarda-corpo

Vamos falar um pouco sobre construção de guarda corpo.
De acordo com a NR 8 os guarda-corpos devem ser construído da seguinte forma:


Os andares acima do solo, tais como terraços, balcões, compartimentos para garagens e outros que não forem vedados por paredes externas, devem dispor de guarda-corpo de proteção contra quedas, de acordo com os seguintes requisitos:


a) ter altura de 0,90m (noventa centímetros), no mínimo, a contar do nível do pavimento;


b) quando for vazado, os vãos do guarda-corpo devem ter, pelo menos, uma das dimensões igual ou inferior a 0,12m (doze centímetros);


c) ser de material rígido e capaz de resistir ao esforço horizontal de 80kgf/m2 (oitenta quilogramas-força por metro quadrado) aplicado no seu ponto mais desfavorável.


Veja abaixo um exemplo de guarda-corpo.


É importante quando for iniciar a obra de montagem fazer os guarda-corpo nas dimensões corretas para depois não ter retrabalho.

Fonte: NR 8

EPI’s necessários para trabalho com ácido sulfúrico

O ácido sulfúrico é um produto químico muito utilizado, nas indústrias de fertilizantes, de couro etc. Por ele ser muito corrosivo é muito perigoso para as pessoas. Quando em contato com corpo ele reage violentamente com a água nele contida e libera calor provocando assim severas queimaduras.

Vejamos agora os Equipamentos de Proteção Individual – EPI - necessários para trabalhar com ácido sulfúrico.

Calça de PVC, Blusão de PVC, Bota de PVC, Capuz de PVC, Luva de PVC





Devemos também observar se os Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC - estão sendo utilizados corretamente.

Como exemplo temos proteções contra vazamentos nas flanges.



Lembre-se a segurança vem sempre em primeiro lugar.

Conceitos de fogo - incêndio

O fogo é um fenômeno químico denominado combustão. É uma reação química que desprende calor e luz, alterando profundamente a substância que se queima.

Para formação do fogo são necessários três elementos, que reagem entre si.

Combustível, que alimenta o fogo e serve de campo para sua propagação.

Calor, que dá início ao fogo, mantendo-o e propagando-o pelo combustível. O calor provém de fontes que se encontram ao nosso redor como, por exemplo, a brasa de um cigarro ou a chama de um fogão de cozinha.

Comburente, é o ativador de fogo que dá vida às chamas. O comburente mais comum é o oxigênio, elemento presente no ar que respiramos.


Basta juntar o combustível, o comburente e uma fonte de calor, com a intensidade ideal, que teremos como resultado o fogo. Ou seja, teremos formado o Triângulo do fogo.



Vejamos os tipos de incêndio:

Classe A: Incêndio em materiais sólidos, como madeira, papel, tecido etc.

Características principais:

• Deixam resíduos quando queimados;
• Queimam em superfície e profundidade.

Classes B: Incêndio em líquidos inflamáveis, como gasolina, óleo, querosene, etc.

Características principais:
• Não deixam resíduos quando queimados;
• Queimam somente em superfície.

Classes C: Incêndio em equipamentos elétricos energizados como máquinas elétricas, quadros de força e etc.
Ao ser desligado o circuito elétrico, o incêndio passa a ser de classe A.

Classes D:
Incêndio em metais e minérios que se inflamam facilmente, como potássio, alumínio em pó enxofre, magnésio etc.
Necessitam de recursos especiais para o combate como extintores contendo MAP (monoamônio fosfato) ou podendo utilizar areia seca no caso de incêndio de alumínio ou magnésio em pó.

Obs.: O uso de água pode causar a projeção de pedaços em chamas.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Bloqueio de Equipamentos

Bloqueio de equipamentos é um item muito importante para aja Segurança no Trabalho.
O objetivo deste bloqueio é prevenir acidentes através do bloqueio do equipamento no momento de execução de atividade de manutenção em máquinas e equipamentos que apresentem riscos de acidentes ou inadvertidamente poderiam funcionar, movimentar-se, desprender energia ou liberar materiais perigosos durante o período em que deveriam permanecer inoperantes e desativados, seja para a realização de um determinado serviço ou atividade em que deveriam permanecer inoperantes e desativados.

O bloqueio é utilizado com travamento da máquina e comunicação que o equipamento está travado, todas as manutenções realizadas em máquinas e equipamentos devem ser bloqueados em seus possíveis pontos de acionamentos antes do inicio dos trabalhos.

Existem bloqueios de equipamentos físicos e administrativos:

O bloqueio administrativo consiste em etiquetas de identificação com o tipo de bloqueio, e comunicação formal a todos envolvidos no trabalho.
Podendo este bloqueio ser operacional, de manutenção mecânica ou manutenção elétrica.

O bloqueio físico pode ser feito por porta cadeados envolvendo a área envolvida e o setor de manutenção sendo que deve ser colocado o cadeado da área operacional e o cadeado da manutenção para garantir que nenhuma das partes acione o equipamento antes que o serviço seja terminado.

O ideal é criar um procedimento explicando como deve ser usado os bloqueios de equipamento.

Tema DDS – Doação de sangue

O número de pessoas que precisam de sangue vem aumentando dia a dia. Conseqüência disso é a falta de estoque de sangue nos Hemocentros.
Um Diálogo de Segurança com este tema é muito importante para que aja uma conscientização das pessoas sobre a importância de ser doador de sangue voluntário.
Vamos todos fazer o dia “D” na empresa, convoque todos os funcionários, divulgue na SIPAT. Afinal um dia nos poderemos também precisar de sangue.

Abrace esta idéia.

Tema DDS - Cuidado com a bomba que está no seu bolso

Pessaol vamos a mais um tema Diálogo Diário de Segurança.

Há cerca de alguns anos, em uma estrada de ferro nos EUA, ocorreram dois acidentes causados por isqueiro a gás (butano).
Um ocorreu quando um soldador estava soldando uma peça. Ele estava com seu isqueiro no bolso quando uma partícula incandescente, proveniente da solda atingiu o isqueiro derretendo o invólucro plástico do gás e liberando butano, que explodiu violentamente, causando a morte do empregado.
O outro acidente ocorreu de maneira semelhante e a explosão amputou o braço do operário que faleceu dias depois.
Deve-se ressaltar que o volume de gás existente nesses isqueiros tem a potência de força explosiva equivalente a três bananas de dinamite, dependendo da situação em que explodir.
Recomenda-se aos empregados que trabalham com solda ou perto do calor (fornalhas, forja, maçarico) que troquem seus isqueiros por fósforos de segurança.
Às donas de casa, recomendamos a substituição do isqueiro a gás por fósforos pela mesma razão.


Fonte: Programa 5 Minutos diários de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente.
Edgard Duarte Filho

terça-feira, 18 de março de 2008

Modelo de Ficha de EPI



O empregador tem por obrigação fornecer os EPI’s necessários para realização do trabalho à seus empregos. Para que a entrega de EPI seja controlada, deve-se elaborar uma ficha de entrega de EPI e registrar a entrega dos EPI a todos os funcionários. Essa ficha será muito útil no caso de ações trabalhistas movidas contra a empresa.

Veja abaixo um modelo de Ficha de Entrega de EPI.
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Comunicação de Acidente do Trabalho - CAT

A Lei nº 8.213/91 determina no seu artigo 22 que todo acidente de trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS, sob pena de multa em caso de omissão.

Tipos de CAT

a) CAT inicial – acidente do trabalho, típico ou de trajeto, ou doença profissional ou do trabalho.

b) CAT reabertura – reinício de tratamento ou afastamento por agravamento de lesão de acidente do trabalho ou doença profissional ou do trabalho, já comunicado anteriormente ao INSS

c) CAT comunicação de óbito – falecimento decorrente de acidente ou doença profissional ou do trabalho, ocorrido após a emissão da CAT inicial.

A comunicação em epígrafe deverá ser feita ao INSS, em 24 horas úteis, em seis vias, com a seguinte destinação:

1) ao INSS
2) à empresa
3) ao segurado ou dependente
4) ao sindicato de classe do trabalhador
5) ao Sistema Único de Saúde (SUS)
6) à Delegacia Regional do Trabalho

Noções de Segurança no Trabalho

Segurança do trabalho é o conjunto de medidas técnicas, médicas e educacionais, empregadas para prevenir acidentes, eliminando condições inseguras do ambiente de trabalho, instruindo ou convencionando pessoas na implantação de práticas preventivas.

Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, que cause a morte, perda, ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

Acidente de trajeto é caracterizado como acidente de trabalho também aquele que ocorra na ida ou na volta do trabalho, ou ocorrido no mesmo trajeto quando o trabalhador efetua as refeições na sua residência. Deixa de ser acidente quando o trabalhador tenha por vontade própria, interrompido ou alterado o trajeto normal.

Doença profissional é produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e o da Previdência Social. Ex: Saturnismo (intoxicação provocada pelo chumbo) e Silicose (sílica).

Doença do trabalho é adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente (também constante da relação supracitada). Ex.: Disacusia (surdez) em trabalho realizado em local extremamente ruidoso

Incidente no conceito prevencionista é todo acidente sem lesão física, sendo que esta conceituação permite a análise de todos os acidentes ocorridos, para que possamos descobrir as verdadeiras causas e as medidas de prevenção.

Condição insegura é a condição do meio ambiente de trabalho, que causou o acidente, ou contribuiu para a sua ocorrência.

Fator pessoal de insegurança é a causa relativa ao comportamento humano, que propicia a ocorrência de acidentes. Ex.: Doenças na família, excesso de horas extras, problemas conjugais, etc.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Tema DDS - Como conviver com os outros

O trabalho diuturno e por Segurança muitas vezes requer do profissional além da técnica e bom senso também o conhecimento e o conseqüente monitoramento e correções de suas atitudes, palavras proferidas e, tomada de decisão. Abaixo seguem alguns tópicos que certamente lhe serão úteis.

Tenha controle sob suas palavras. Sempre diga menos do que pensa. Procure cultivar voz natural e suave. A maneira como se fala muitas vezes impressiona muito mais do que aquilo que se fala.

Pense antes de fazer uma promessa, isto pode lhe custar caro.

Em determinados momentos, tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem estar, seus lares e famílias. Deixe em cada pessoa a sensação de que você lhe dispensa importância e atenção.

Seja forte, oculte suas dores, seus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las em momentos propícios.

Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas em alguns momentos não argumente. É marca superior... discordar e ainda conservar a amizade.

Deixe as suas virtudes e capacidade profissional falarem por si mesmo e recuse falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Cultive a regra de falar também coisas boas à seus pares.

Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor em determinadas situações não valem a pena e freqüentemente magoam.

Não faça caso, não valorize as observações más à seu respeito. Trabalhe e conduza sua vida profissional e pessoal de modo que ninguém as acredite.

Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência e dedicação, conserve seu temperamento calmo, pois, muitas das vezes que nos esquecemos de nós mesmos é que a recompensa aparece.

Lembre-se, no mundo atual onde o dia a dia é uma constante de superação e continuadas adversidades, é sempre bom e salutar lembrar que tudo o acima exposto significa dizer que SÓ OS FORTES E COERENTES SOBREVIVERÃO desde que sejam e demonstrem ser, profissionais acima de tudo inteligentes.

João Luis Fróes


Este tema foi gentilmente fornecido por: "Luiz Zanatta"

quarta-feira, 12 de março de 2008

Sinalização de Segurança no Trabalho

A NR 26 tem por objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases, e advertindo contra riscos.

A identificação de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes, além de que o uso de cores deverá ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

As cores adotadas serão as seguintes:

Vermelho
Amarelo
Branco
Preto
Azul
Verde
Laranja
Púrpura
Lilás
Cinza
Alumínio
Marrom.

O VERMELHO deverá ser usado para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio tais como: hidrantes, extintores, sirene de alarme de incêndio e etc.

O AMARELO deverá ser usado para identificar gases não liquefeitos.
E ainda para indicar cuidado assinalando:
Corrimões, parapeitos, faixas no piso, pilastras etc.

O BRANCO deverá ser utilizado em passarelas e corredores de circulação, localização de coletores de resíduos, localização de bebedouros e etc.

O PRETO deverá ser utilizado para indicar as canalizações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (óleo lubrificante, óleo combustível) etc.

O AZUL será utilizado para indicar cuidado, ficando seu emprego limitado a avisos contra uso e movimentação de equipamentos que deverão permanecer fora de serviço.
Será empregado também: em canalização de ar comprimido.

O VERDE é a cor da segurança deve ser empregado para identificar:
Canalização de água, caixas de primeiros socorros, localização de EPI, emblemas de segurança etc.

O LARANJA deverá ser utilizado para identificar:
Canalização contendo ácidos, partes móveis de máquinas e equipamentos, faces externas de polias e engrenagens e etc.

O PÚRPURA deverá ser empregado para indicar os perigos provenientes das radiações eletromagnéticas e penetrantes de partículas nucleares. Tais como:
Recipientes de materiais radioativos, locais que tenham sido enterrados materiais e equipamentos contaminados etc.

O LILÁS deverá ser utilizado para indicar canalizações que contenham álcalis.

O CINZA CLARO deverá ser utilizado para canalização de vácuo.

O CINZA ESCURO deverá ser utilizado para identificar eletrodutos.

O ALUMÍNIO será utilizado em canalizações contendo gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (óleo diesel, gasolina, querosene, óleo lubrificante etc).

O MARRON pode ser adotado, a critério da empresa, para identificar qualquer fluído não identificável pelas demais cores.
Para maiores informações consulte a NR 26 - Sinalização de Segurança

segunda-feira, 10 de março de 2008

Tema de Diálogo Diário de Segurança - DDS

Objetos de Adorno

Olá pessoal em nosso primeiro tema de DDS vamos falar sobre objetos de adorno. Bonitos, porém perigosos para Segurança dos trabalhadores.

Brincos, colares, pulseiras, relógios, amuletos e outras jóias devem ser proibidos durante realização de trabalhos, pois além do risco de acidentes (podem prender nos equipamentos e causar mutilações dos dedos), podem conter impurezas que comprometem a qualidade do material em processo.

Retire principalmente anéis e alianças por representar elevado risco de lesões para mãos e dedos.

Algumas pessoas são relutantes quanto ao uso de adornos, provavelmente por razões afetivas. Mas é bom destacar que elas não poderão utilizar anel em um dedo faltante.

A melhor forma de evitar um acidente causado por adorno é não usá-lo.

Diálogo Diário de Segurança - DDS

É um programa que visa desenvolver atitudes de prevenção à acidentes do trabalho, acidentes ambiental e esclarecimentos sobre uso de EPI através da conscientização dos empregados.

O Diálogo de Segurança deve funcionar como um canal de comunicação entre a chefia e os colaboradores de uma forma transparente, objetiva, eficiente e eficaz.

O Diálogo de Segurança deve ser feito diariamente antes do início da jornada de trabalho e ter duração de 05 à 10 minutos.
Devem ser abordados temas relativos à Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

A responsabilidade pela execução dos DDS é da chefia, e o evento deve ser registrado em lista de presença e encaminhado para o SESMT para que sejam incorporados nas estatísticas da empresa.

A partir da próxima postagem estaremos divulgando temas de DDS.
Colabore enviando temas para serem divulgados aalvessantos46@gmail.com

Prevenir é o melhor caminho.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

EPI para proteção da cabeça

A escolha correta do tipo de EPI a ser utilizado para proteger a cabeça é muito importante. Uma escolha errada pode causar sérios prejuízos à saúde do trabalhador. Temos então capacete de segurança e capuz de segurança.

Antes de determinar qual tipo de EPI para utilizar faça uma Análise de Risco de Tarefa (ART) e veja qual EPI é mais apropriado para realização de determinada tarefa.

Tipos de Capacete de Segurança:

Capacete de Segurança para proteção contra impactos de objetos sobre o crânio;

Capacete de Segurança para proteção contra choques elétricos;

Capacete de Segurança para proteção do crânio e face contra riscos provenientes de fontes geradoras de calor nos trabalhos de combate a incêndio.

Tipos de Capuz de Segurança:

Capuz de Segurança para proteção do crânio e pescoço contra riscos de origem térmica;

Capuz de Segurança para proteção do crânio e pescoço contra respingos de produtos químicos;

Capuz de Segurança para proteção do crânio em trabalhos onde haja risco de contato com partes giratórias ou móveis de máquina.

Utilizando corretamente estes EPI's estaremos contribuindo para redução dos índices de acidentes da empresa. Conscientizar os colaboradores sobre o uso dos EPI’s é a chave para ter um local de trabalho seguro.

Para solicitar uma apresentação em PowerPoint entre em contato pelo e-mail aalvessantos46@gmail.com o custo da apresentação é de R$10,00. Entre em contato e veja a forma de pagamento.

Abraço a todos

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Protetor auditivo

Hoje vamos falar sobre protetor auditivo, tipos de protetores, como utilizar e o que é som.

O som é uma vibração que se propaga pelo ar em forma de ondas e que é percebido pelo ouvido. Pode ser uma sensação agradável ou perigosa. Isto vai depender da sua freqüência e intensidade.

Freqüência é a medida em Hertz (Hz), é a quantidade de ondas de um som propagado no tempo de 1 segundo.

Intensidade é a medida em decibel (dB), é a força ou pressão que o som exerce nos nossos ouvidos. Ou seja altura do volume.

Existem três tipos de ruídos:

Contínuo – Ocorre sem parar
Intermitente – Ocorre de vez em quando
Impacto – Ocorre de repente

Veja agora os limites de tolerância para o ruído contínuo ou intermitente:





Como utilizar os protetores auditivos:

Tipo plug

Passe uma das mãos de trás da cabeça e puxe levemente a parte superior da orelha e, com a outra mão, introduza o protetor no canal auditivo.

1. Não manuseie o protetor com as mãos sujas;
2. Utilize os protetores durante todo o período de trabalho;
3. Após o uso, guarde o protetor na embalagem;
4. Lave regularmente seu protetor auditivo, com água e sabão neutro;
5. Para retirar o protetor do ouvido, puxe o protetor pela sua haste. Evite puxar os protetores pelo cordão.


Abafadores

1.Alinhe a altura das conchas de acordo com o tamanho de sua cabeça, de modo que as conchas cubram completamente o ouvido.
2.Retire o excesso de cabelo que estiver entre o abafador e o ouvido.
3.Certifique-se de que a vedação é satisfatória, sem a interferência de objetos como elástico de Respiradores ou armação de óculos, de modo a obter melhor desempenho.
4.As conchas devem ficar alinhadas verticalmente de modo a proporcionar a melhor vedação. 5.Nunca utilize com as conchas viradas para trás.

É importante fazer um trabalho de conscientização com todos os colaboradores, para utilizar corretamente o protetor auditivo.

E não se esqueça a surdez é irreversível. Por isso é melhor utilizar corretamente o protetor auditivo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Óculos de segurança

Vamos conhecer um pouco de óculos de segurança?
O uso de óculos de segurança é importante, pois protege o trabalhador contra respingos, contra impactos, contra luminosidade, e contra raios UVA e UVB.

Todos os trabalhadores que trabalhão em chão de fábrica deve utilizar óculos de segurança como medida de prevenção de acidentes.

O empregador tem por obrigação fornecer os EPI necessários para realização dos trabalhos. E os óculos de segurança é um deles. No entanto antes de comprar óculos de segurança para os trabalhadores observe os seguintes itens:


O equipamento de proteção individual desejado possui Certificado de Aprovação (C.A);
Os óculos atendem a necessidade que a situação exige;
Os óculos são leves e confortáveis;
Possuem cordão de segurança e se esse se solta facilmente;
Possuem tratamento anti-risco;
É necessário tratamento antiembaçante.


Existem vários modelos de óculos no mercado escolha o mais adequado para o tipo de trabalho de sua empresa. E exija que os colaboradores usem os óculos da forma correta.


Faça um trabalho de conscientização mostrando a importância do uso dos óculos.


Aviso: A não utilização de óculos de segurança pode causar CEGUEIRA.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Extintores de incêndio

Olá pessoal!

Hoje vamos falar um pouco de extintor de incêndio: os tipos de extintores, localização e sinalização. Mas primeiro vamos conhecer os tipos de incêndio ou, as classes de fogo.

Os fogos são classificados da seguinte forma:

Classe A: São materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibra etc.

Classe B: São considerados inflamáveis os produtos que queimam somente em sua superfície, não deixando resíduos, como: óleos, graxas, vernizes, tintas, gasolina etc.

Classe C: Quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios etc.

Classe D: elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio.

Em todos os estabelecimentos ou locais de trabalho só devem ser utilizados extintores de incêndio que obedeçam às normas brasileiras ou regulamentos técnicos do INMETRO, garantindo essa exigência pela aposição nos aparelhos de identificação de conformidade de órgãos de certificação credenciados pelo INMETRO.

Tipos de extintores

O extintor tipo “Espuma” será usado nos fogos de Classes A e B.

O extintor tipo “Dióxido de carbono” será usado, preferencialmente, nos fogos das Classes B e C, embora possa ser usado também nos fogos de Classe A em seu início.

O extintor tipo “Químico Seco” usar-se-á nos fogos das Classes B e C. As unidades de tipo maior de 60 a 150 kg deverão ser montadas sobre rodas. Nos incêndios Classe D será usado o extintor tipo “Químico seco”, porém o pó químico será especial para cada material.

O extintor tipo “Água Pressurizada”, ou a “Água-Gás”, deve ser usado em fogos Classe A, com capacidade variável entre 10 e 18 litros.

Cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinado se seu aspecto externo, os lacres, os manômetros quando o extintor for do tipo pressurizado, verificando se o bico e válvulas de alívio não estão entupidos.

Cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo, com data de identificação presa ao seu bojo, com data em que foi carregado, e data para recarga e nº de identificação. Essa etiqueta deverá ser protegida convenientemente a fim de evitar que esses dados sejam danificados.
Localização e sinalização dos extintores

Os extintores deverão ser colocados em locais:

De fácil visualização;
De fácil acesso;
Onde haja menos probabilidade de o fogo bloquear o seu acesso.

Os locais destinados aos extintores devem ser assinalados por um círculo vermelho ou por uma seta larga, vermelha, com bordas amarelas.

Deverá ser pintada de vermelho uma larga área do piso embaixo do extintor, a qual não poderá ser obstruída por forma alguma. Essa área deverá ser no mínimo de 1m x 1m.

Os extintores não deverão ter sua parte superior a mais de 1,60 m acima do piso. Os baldes não deverão ter seus rebordos a menos de 0,60 m nem a mais de 1,50 m acima do piso.
Os extintores não deverão ser localizados nas paredes das escadas.
Os extintores sobre rodas deverão ter garantidos sempre o livre acesso a qualquer ponto da fábrica.
Os extintores não poderão ser encobertos por pilhas de materiais.

Fonte: Este texto foi retirado da NR 23, para maior esclarecimentos consulte a NR 23.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Trabalhos em altura

É considerado trabalho em altura a permanência do indivíduo a uma altura superior a 2m em relação ao nível do piso consolidado e a menos de 3m de uma beirada sem proteção.

Os usuários devem inspecionar e manter todos os equipamentos de proteção individual (EPI) tais como:

Cintos de segurança;
Cabos guias com capacidade de no mínimo 2000kg/pessoa;
Talabartes;
Trava quedas etc.

Também devem ser inspecionados as condições das ferramentas de trabalho tais como:

Talhas;
Guinchos;
Balancim;
Cadeirinhas;
Gaiolas;

Andaimes etc.

Vejam agora alguns procedimentos básicos para realização de trabalho em altura.

  • Os trabalhos em altura devem ser realizados somente por pessoa treinada e habilitada para realização destes trabalhos. Deve realizar um treinamento anual com os funcionários e emitido uma carteira de habilitação para o trabalho em altura.

  • Inspecionar as condições dos equipamentos e das instalações de trabalho antes e durante a execução das tarefas;
    levantar os pontos críticos;
    Avaliar riscos e;
    Definir métodos seguros de trabalho.

  • Emitir a Permissão de Serviço Seguro (PSS)

  • Isolar e sinalizar áreas de trabalho em altura com fita zebrada.

  • Não realizar trabalhos em altura sob chuvas e ventos fortes.

  • Quem for realizar o trabalho em altura deve avisar a chefia caso sofram de sonolências, gripes, diarréias etc.

    Cumprindo estes seis procedimentos básicos a realização dos trabalhos em altura serão realizados com mais segurança.

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