quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Brasil ganha novo Parque Eólico

No ultimo dia 20 de agosto, o Brasil ganhou um novo Parque Eólico, localizado no Ceará. O empreendimento é fruto da aliança entre dois grandes líderes no setor energético na América Latina: Cemig e IMPSA. Com 325 hectares e 19 aerogeradores, o Parque Eólico de Praias de Parajuru é o primeiro de três usinas a serem construídas no estado. Ainda serão instaladas as centrais: Praia do Morgado e Volta do Rio, no município de Acaraú. Juntas, terão capacidade para gerar 99,6 MW. A intenção é que nos próximos 20 anos esta energia gerada seja comercializada para a Eletrobrás.

Limpa e renovável. Assim é a fonte eólica, considerada a mais natural do planeta. Essa alternativa é gerada em parques que concentram vários aerogeradores – turbinas em forma de cata-vento ou moinho instaladas em regiões de ventos fortes. É utilizada para substituir combustíveis naturais (não renováveis e sujeitos a escassez), como o carvão, petróleo e gás natural, auxiliando na redução do efeito estufa e, consequentemente, no combate ao aquecimento global.

Pioneira na operação de usina eólica no País, ao construir a Usina Morro do Camelinho, em 1994, a Cemig tem mais de 90% de fontes limpas. O presidente da Companhia, Djalma Bastos de Morais, destaca que a participação nos parques eólicos está em conformidade com a estratégia da empresa e do Governo de Minas que é de “crescer de forma sustentável, econômica, social e ambiental.”

Líder latino-americana em energias renováveis, a IMPSA considera o Brasil um mercado chave. A empresa argentina está trabalhando na implantação de mais outros 10 parques eólicos no País, na região de Santa Catarina. “Pretendemos desenvolver uma matriz energética mais equilibrada e limpa no País”, diz o representante da IMPSA no Brasil, Luis Pescarmona.

Os parques eólicos fazem parte do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), desenvolvido pelo Governo Federal, sob coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME). A iniciativa visa fomentar o desenvolvimento das fontes renováveis como as eólicas, biomassas, solares, e de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH’s).

Fonte: Thamires Andrade

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Brasil lidera Campanha Mundial contra aquecimento

Especialistas e cientistas de todo o mundo se reúnem esta semana em Belo Horizonte para o primeiro encontro da 2020 Leadership Campaign
As consequências do aquecimento global acelerado em todo o planeta têm sido alvo de discussões entre especialistas nos últimos anos. A interação entre as diversas lideranças globais é tida hoje como uma das saídas viáveis para a diminuição da emissão da poluição e emissão de gases poluentes em todo o globo, fatores que têm destruído a camada de ozônio e aumentado a intensidade do efeito estufa. Para promover a união entre as lideranças, foi criado o State of World Forum, organização não-governamental dos Estados Unidos, que visa combater os citados problemas unindo ativistas de todo o mundo e que conta com membros como Mikhail Gorbachev, ex-presidente da extinta União Soviética e ganhador de prêmio Nobel.
Nas primeiras reuniões realizadas pelo State of World foram determinadas algumas projeções para que todos os países envolvidos cumprissem prazos de diminuição na emissão de poluentes até 2050. A medida, no entanto, foi perdendo efeito com o aumento da velocidade com a qual tem se apresentado o efeito estufa. A ONG, então, chegou à conclusão de que os prazos estabelecidos deveriam ser modificados antes que consequências irreversíveis acabassem acontecendo. É neste panorama de aceleração da busca de resultados que será realizada em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, a 2020 Leadership Campaign, comoção entre países que tem entre seus lideres o Brasil, com apoio do State of World Forum, e que busca reduzir em 30 anos o tempo para que as metas já estabelecidas sejam alcançadas.
A capital mineira receberá ao longo desta semana especialistas de todas as áreas relacionadas ao assunto em questão. E dentre os nomes que concederão palestras em Belo Horizonte estarão Carlos Minc, Ministro Brasileiro do Meio Ambiente, Nicki Gavron, ex-prefeita de Londres, e Aécio Neves, governador de Minas Gerais. O evento está dividido em quatro partes, cada uma com sua devida nomeação e executadas em dias distintos. São elas: Cerimônia Pública de Abertura (4), Alinhamento (5), Foco (6) e Planos de Ação e Próximos (7). As palestras ministradas terão exposição ao vivo e online no blog do Governo de Minas Gerais
Fonte: Leonardo Sacco

Parque Estadual do Itacolomi e do Ibitipoca

Exemplos de unidade de conservação são fortes destinos turísticos

Há cerca de 700 parques estaduais espalhados pelo Brasil. Essas unidades, criadas com o objetivo de diminuir os efeitos da destruição dos ecossistemas, tem como objetivo manter a diversidade biológica da região, protegendo espécies, preservando e restaurando. Além disso, também estimulam o desenvolvimento econômico, por meio do turismo, e incentivam atividades de pesquisa científica. Em Minas Gerais, os Parques Estaduais do Itacolomi e o Ibitipoca são exemplos da relação positiva entre cidadãos, iniciativa privada e pública com o meio ambiente.
Criado em 1967, o Parque Estadual do Itacolomi esta localizado nos municípios de Mariana e Ouro Preto. Com uma área de 7.543 hectares de mata em que predomina quaresmeiras e candeias ao longo dos rios. Já nas partes mais elevadas podem ser encontrados alguns campos de altitude com afloramentos rochosos. A região abriga diversas nascentes e espécies de animais raros, ameaçados de extinção, que vivem na unidade. Entre eles o lobo guará, a ave-pavó, a onça parda e o andorinhão de coleira. Os visitantes também podem encontrar espécies de macacos, pacas e aves.

É no parque que se encontra um registro histórico da ocupação da região: a Casa Bandeirista, construída entre 1706 e 1708, para a vigilância, cobrança de impostos e defesa ao acesso de minas de ouro. Em seu interior acontece a exposição permantente “Viajantes Naturalistas”, na qual foram reunidos artefatos, ferramentas e objetos de estrangeiros que vieram para o Brasil no século XVIII em busca de informações sobre história natural e entender os hábitos e o modo de vida da população local. Outro destaque é o vídeo projetado com imagens feitas por desenhistas, pintores, coletadores e servos onde estão registradas informações que hoje são de grande valia para a botânica, a zoologia, a ecologia, a antropologia e a história.

Com uma média de 600 visitantes por mês, o Itacolomi pertence ao Circuito Turístico do Ouro e conta com centro de visitantes, auditório para 80 pessoas, camping com espaço para 30 barracas, restaurantes, lavanderias, banheiros com chuveiros quentes, churrasqueiras, heliporto, estacionamento, 5 alojamentos para pesquisadores com capacidade para 40 pessoas e exposição sobre a biodiversidade e a história da região.

Outra unidade de conservação que cumpre seu papel na região é o Parque Estadual do Ibitipoca. Criado em 1973 e localizado na Zona da Mata, nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca, com uma área de 1.488 hectares, ele é o parque estadual mais visitado de Minas Gerais.

O local conta com uma fauna rica em espécies ameaçadas de extinção, como a onça parda, o lobo guará e o guigó. Mas são encontrados também sagüis, coatis e até uma espécie de perereca, intitulada “Hyla de Ibitipoca”, que foi catalogada pela primeira vez na região. Já na flora, o traço mais marcante são as “barbas-de-velho”, um líquen verde-água, preso aos galhos das árvores, que marca a paisagem do local. Ainda se encontram diversas espécies de orquídeas, bromélias, samambaias e campos rupestres.

Entre 2007 e 2008, o parque recebeu R$570 mil de investimentos do Promata para a pavimentação de trechos da estrada interna. Com cerca de 60 mil visitantes por ano, a unidade está inserida no Circuito Turístico da Serra do Ibitipoca. Em sua infraestrutura, o Parque Estadual do Ibitipoca conta com casa de hóspedes, camping com capacidade para 15 barracas, alojamentos e casa para pesquisadores com espaço para 20 pessoas, restaurante, centro de visitantes com exposição interativa e abre diariamente das 07:00h até as 17:00 para visitantes e até as 17:30 para campistas.


Fonte: Thamires Andrade
Crédito das fotos: Evandro Rodney


Casa Bandeirista

Instituto Estadual de Florestas reassentam famílias mineiras

Iniciativa alia preservação do meio ambiente e melhorias na qualidade de vida dos moradores que habitam o Parque do Itambé
Pela primeira vez no Brasil, Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais esta colocando em prática o reassentamento de famílias que habitam no Parque Estadual do Pico do Itambé. A iniciativa tem como objetivo preservar a unidade e promover melhorias na qualidade de vida dos moradores, que viviam em condições precárias no seu interior. As propriedades rurais ocupavam todo o parque, composto de 6.520 hectares.
Charles Alessandro, gerente de regularização fundiária do Instituto, explica que o reassentamento é necessário em unidades de conservação de proteção integral, como o Parque do Itambé. Nesses casos, a lei 9.985/2000 determina que as famílias devam, no processo de regularização fundiária, ser reassentadas em melhores condições do que as que viviam anteriormente. Das 27 famílias abrigadas no local, nove optaram pelo reassentamento e 18 pela indenização.
Além de terras, que variam de 5 a 100 hectares, com casa, água, luz e fossa séptica, as famílias terão a assessoria de um técnico agrícola durante um ano. Já as indenizações serão efetuadas no valor de R$ 2,307 milhões. “No começo houve resistência, mas as famílias participaram do processo e escolheram a terra. Elas estão saindo de casas de pau-a-pique para casas de alvenaria, com luz e energia e estarão a apenas 15 minutos do município de Santo Antônio do Itambé, que antes ficava a 4 horas de caminhada de suas casas”, informa a gerente do Parque, Mariana Gontijo.
As melhores condições que o IEF busca dar as pessoas e a natureza já estão sendo notadas. José Maria Ribeiro, por exemplo, está saindo de uma propriedade com 125 hectares para uma de 10 hectares e muito feliz. “Achei bom, tem lugar para lavoura, para pasto, fico mais perto da família e não preciso ir para Diamantina e Curvelo achar um “bico” para me manter” diz o guarda-parque, que vivia em uma área que não podia ser explorada economicamente.
O Parque do Itambé foi criado pelo Decreto nº 39.398, de 21 de janeiro de 1998, possuindo originalmente uma área aproximada de 4.696 hectares, sendo alterada para mais de 6.520 hectares em 2006. Está localizado nos municípios de Santo Antônio do Itambé, Serro e Serra Azul de Minas. A unidade de conservação abriga nascentes e cabeceiras de rios das bacias do Jequitinhonha e Doce e o Pico do Itambé, um dos marcos referenciais do Estado com seus 2.002 metros de altitude. A vegetação predominante é de cerrado e campos rupestres de altitude, onde ocorrem espécies raras e endêmicas de orquídeas. Em relação à fauna, destacam-se a onça-parda e do lobo-guará, espécies ameaçadas de extinção.
O esforço de regularização fundiária e os investimentos na infraestrutura acontecem em paralelo a outras ações que permitirão a abertura do parque ao público em 2010. Dessa forma, o meio ambiente ganha destaque e o desenvolvimento sustentável consegue ser aplicado da maneira correta. Depois de visitas técnicas para a identificação de trilhas ecológicas haverá também um curso de condutores para a comunidade. A formação desses guias turísticos vai possibilitar geração de emprego e renda na região e aumentará a conscientização sobre a preservação ambiental.
Vale destacar que iniciativa não é isolada no estado. Minas Gerais foi considerada pelo Diagnóstico da Situação Financeira de Sistema de Unidades de Conservação, iniciativa da The Nature Conservantion (TNC) em parceria com a Conservação Internacional (CI), SOS Mata Atlântica e Fundo Brasileiro para Biodiversidade, como o estado com o maior índice de implantação, investimento e planejamento de unidades de conservação do Brasil.




Fonte: Thamires Andrade

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Referência em resíduos

CMRR forma mais 100 alunos nos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs)
Nesta semana, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) forma cerca de 100 alunos dos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs). Os cursos são gratuitos e buscam potencializar o papel do jovem na melhoria da qualidade socioambiental, além de ampliar a geração de trabalho e renda.
Dividido em quatro módulos, o curso de Gestão e Negócios em Resíduos prepara os estudantes para o mercado de trabalho, assim como para a organização e administração de seu próprio negócio a partir de resíduos domésticos (papel, plástico, madeira, metal e compostagem), específicos (de serviços de saúde, de construção civil, de postos de combustíveis, de supermercados) ou especiais (pneus, lâmpadas, pilhas e baterias).
Formada em Gestão de Resíduos, Denise Silva Chaves, 18 anos, é responsável pela gestão de resíduos e qualidade em obras da Santa Bárbara Engenharia. “Durante o ensino médio tinha muito receio do que eu iria fazer quando formasse no 3º ano. Hoje, com o que eu ganho, posso investir na minha formação. Faço o curso técnico em edificação no Senai. Meu próximo passo é formar e prestar vestibular para engenharia”, conta.
Já no curso de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs), os jovens aprendem a montar e desmontar computadores, o funcionamento de cada peça, e também freqüentam aulas de empreendedorismo e empregabilidade. O material utilizado durante as aulas é proveniente de máquinas não mais utilizadas pelos órgãos do Governo de Minas. Após o recondicionamento, os computadores são destinados a programas de inclusão social de comunidades carentes.
Márcio Vinícius Magela, 18 anos, finalizou em dezembro do ano passado o curso 3RsPCs. O garoto trabalha em uma empresa de informática e já se prepara para prestar o vestibular para o curso de Ciências da Computação. “Hoje tenho o diferencial de saber sobre reciclagem de computadores. Procuro passar para meus colegas as coisas que aprendi no curso”, comenta Magela.
Sobre o CMRR:
Iniciativa pioneira do Governo de Minas Gerais, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos trabalha há dois anos com o objetivo de apoiar os municípios, empresas e cidadãos na gestão integrada de resíduos, por meio da disseminação de informações e capacitação técnica, gerencial e profissionalizante, visando à geração de trabalho e renda e à melhoria da qualidade de vida.
Sua atuação concentra-se em cinco áreas prioritárias: Apoio à gestão municipal de resíduos, Qualificação profissional; Comunicação e Informação; Pesquisa e Desenvolvimento; Educação ambiental e eventos (seminários, palestras, debates e oficinas, com foco no consumo consciente).
Localizado em Belo Horizonte, o espaço conta com auditório, biblioteca, área para realização de cursos e uma cozinha experimental, criada para orientar sobre redução do desperdício, reaproveitamento, reciclagem, tecnologia de alimentos e ações que envolvem o preparo de produtos úteis ao consumo da população. Possui ainda um espaço permanente para exposições, consolidando-se como um espaço múltiplo para o cumprimento de sua missão.
Mais informações:
http://www.cmrr.mg.gov.br/ - Site oficial do centro
http://www.youtube.com/watch?v=bzdNWQUevvQ&feature=channel_page - CMRR fez 2 anos. Entrevista com especialistas e ex-alunos.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

UNESCO RECONHECE IMPORTÂNCIA DO INSTITUTO HIDROEX PARA A PRESERVAÇÃO DA ÁGUA

Apresentação e defesa ao Conselho Executivo das Nações Unidas foi conduzida pelo Governador de Minas Gerais, Aécio Neves

Nesta quinta-feira (30/04), em Paris, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, se reuniu com o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Koichiro Matssura. Na ocasião, o governador expôs sobre a implementação do Instituto Hidroex – Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas, na região do Triângulo Mineiro.

Entre os objetivos da reunião, estava alcançar o reconhecimento mundial do Instituto Hidroex como centro difusor de conhecimento sobre a questão da água para a América Latina e África. Após a apresentação e defesa do governador, a Diretoria da Unesco reconheceu que o Hidroex foi concebido segundo suas normas e objetivos, deixando praticamente garantida a aprovação.


A expectativa é de que ainda este ano, durante a Conferência Geral da Unesco, o Instituto seja oficializado como um Centro de Categoria II, integrando a mais importante rede de referência em recursos hídricos do mundo. “A criação do Hidroex vai além dos méritos de estudos, qualificação de pessoal. Ele me sensibilizou pelo espírito de solidariedade que carrega”, salientou o diretor-geral adjunto da Unesco, Márcio Barbosa.

Segundo o governador Aécio Neves, “Minas Gerais é o principal fornecedor de água potável para o país. Isso nos faz ter responsabilidades ainda maiores sobre esta questão. Portanto, será o principal centro da América Latina para que possamos discutir com seriedade a questão da água, suas variáveis e utilização adequada. De alguma forma, isso vai inspirar outros países, já que a idéia é que esse centro tenha um intercâmbio com outras nações, inclusive, da África”.

Sobre o Instituto Hidroex:

Desenvolvido a partir da premissa de que o Brasil detém 26% da água doce e apenas 6% da população do planeta, o Instituto Hidroex tem como objetivo tornar-se um centro difusor de conhecimento sobre a questão das águas, com foco na América Latina e África. Sua implantação, no Triângulo Mineiro, considera a posição geográfica do estado, conhecido como a ‘Caixa d´água do Brasil’, por fornecer a maior parte de água potável do país e ser divisor de muitas bacias hidrográficas, inclusive internacionais.

Para promover novas perspectivas na conscientização e solução de problemas relacionados à gestão dos recursos hídricos, o Hidroex atuará tanto na produção, quanto na disseminação de conhecimento. O projeto para sua implantação em Minas Gerais começou a ser discutido em 2001. Em fevereiro deste ano, o governador Aécio Neves e o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, anunciaram a liberação de R$ 18,1 milhões para a conclusão.

Os investimentos possibilitam a finalização da estrutura física do Centro, com laboratórios, biblioteca, restaurante, alojamentos, auditórios, salas de aula, reitoria, além de uma vila olímpica com quadras e piscinas, espaço cultural, complexo de educação à distância e casa de hóspedes. Outros R$ 11,7 milhões, ainda em fase de levantamento técnico para a licitação, devem ser destinados ao Complexo de Laboratórios e de Educação à Distância.

A elaboração pedagógica do projeto foi trabalhada para criar uma moderna estrutura de educação à distância, com salas de vídeo conferência, estúdio de TV para a difusão de práticas ligadas à água, estúdio para gravação de aulas. Também foi anunciado pelo governador o envio, em breve, de projeto de lei à Assembléia Legislativa que garantirá autonomia administrativa e jurídica do Hidroex, atendendo exigência da Unesco.

Toda a proposta foi apresentada pelo Governo de Minas, com apoio do Governo Federal e entidades do terceiro setor e organismos internacionais ligados ao Meio Ambiente, como o Conselho Mundial de Águas e a Green Cross International. Sua criação também é fruto de uma parceria entre a Unesco, o Governo Federal e o Governo do Estado.


Fonte: Soraya Ursine / Imprensa MG

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